Neste pequeno trabalho falo sobre: A identidade, carisma, vida consagração do presbítero e o Espírito Santo como princípio vital da consagração, depois a missão de Jesus Cristo Pastor como Modelo absoluto e que os presbíteros têm que imitar na sua vida.
A IDENTIDADE DO PRESBÍTERO
O sacerdócio ministerial é como participação da Igreja no sacerdócio de Cristo. A indentidade sacerdotal (como toda e qualquer identidade cristã)-(Texto do Pe. Luis Rocha e Melon, p. 28-43) encontra na SS.Trindade a sua própria fonte que Se revela e comunica aos homens em Cristo, constituindo ne'Ele e por meio do Espírito Santo a Igreja como "gérmen e ínício do Reino" e na sua Igreja, que é mistério, comunhão e missão (Barros de Oliveira, 1998, p.34). Em virtude da consagração que recebe pelo Sacramento da Ordem, o presbítero é enviado pelo Pai, atravéz de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, em missão, no serviço da Igreja e para a salvação do mundo.
A sua identidade seja essencialmente relacional com Jesus Cristo Pastor insere-o sacramentalmente na comunhão da Igreja, povo de Deu, e na comunhão com o seu bispo e com os outros presbítero, para servir o Povo de Deus que é a Igreja e atrair todos a Cristo (Ev. Jo. 17:11ss). A identidade do presbítero, ela não é prioritário, pois não é da Igreja que ele recebe a vocação e a missão, mas diretamente de Jesus Cristo, para ser sacramental e memorial vivo da sua permanente presença entre nós. E ele é imagem viva ou transparência de Cristo Pastor (PDV p.35).
Pelo Sacramento da Ordem, os presbítero "ficam consagrado para pregar o Evangelho, apresentar os fiéis e celebrar o culto divino, como verdadeiro sacerdotes do Novo Testamento, à imagem de Cristo, sumo e eterno sacerdote "[....]" (Barros de Oliveira p. 28).
E pelo Sacramento da Ordem, os presbítero "ficam marcados com um carácter especial que os assemelha a Cristo Sacerdote, a fim de poderem operar em nome da Cabeça que é o mesmo Cristo (in persona Christi Capitis) (Barros, p.29). O "carácter" do sacramento da Ordem não é propriamente de cariz ontológico ou diacónico. Todavia, "marca" também o sacerdote "para sempre", consagrado-o mais intimamente ao Pai, em Cristo e no Espírito, para o ministério (Barros, p. 30). Continuou.......II.
Notas: Este texto é um trabalho (Título: Ser Portador do Tesouro da Salvação) por nós durante a frequência do curso do Ano Sacerdotal no Seminário Maior dos Olivais, em Lisboa, Portugal (2001).
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